Milablog

Friday, January 12, 2007

Esc11-grupo H


Está escrito em algum lugar (Direitos Humanos) que todos e esse todos inclui até aquele pessoal distante que mora no cantinho daquele país pequenino poderão sonhar, falar, comer, trabalhar.
As crianças poderão ter uma infância saudável, crescendo em seu mundo de alegria e fantasia.
E todos se respeitarão como iguais: homens e mulheres, árabes, negros, brancos, orientais, índios. Está escrito em algum lugar.
Demorou muito tempo para as pessoas perceberem que são todas iguais e que, por isso, têm os mesmos direitos. Infelizmente, até hoje, muitas pessoas são discriminadas e não têm seus direitos garantidos.
Então lembramos: ESTATUTO DA CRIANÇA E DO ADOLESCENTE – ECA
Capítulo IV - Do Direito à Educação, à Cultura, ao Esporte e ao Lazer.
Art. 53. A criança e o adolescente têm direito à educação, visando ao pleno desenvolvimento de sua pessoa, preparo para o exercício da cidadania e qualificação para o trabalho, assegurando-se-lhes:
I - igualdade de condições para o acesso e permanência na escola;
II - direito de ser respeitado por seus educadores;
III - direito de contestar critérios avaliativos, podendo recorrer às instâncias escolares superiores;
IV - direito de organização e participação em entidades estudantis;
V - acesso à escola pública e gratuita próxima de sua residência.
Parágrafo único. É direito dos pais ou responsáveis ter ciência do processo pedagógico, bem como participar da definição das propostas educacionais.
Hoje acretido que devemos sempre lembrar desse direito, pois nós professores temos o dever de fazer-lo ser cumprido em nossa sociedade.

Relatório Final Ser professor-Ser Professora



Acredito que ser professora é ser especial, pois eu me sinto realizada quando vejo o brilho nos olhso dos meus alunos quando eu chego na sala, aquilo para mim já basta, pode até ser pouco para muitos, mas esse pouco para mim é muito!

Agradeço todos os dias por poder ser professora, e estar realizando os meus sonhos, pois sempre que alguém critica minha profissão eu lembro na frase de Madalena Freire "Só ama ensinar, quem ama aprender."

É isso que amo, amo aprender, sempre fui muito curiosa, queria sempre saber o porque das coisas e agora posso ajudar os meus alunos a descobrir esses "porquês".

E estar em busca de novos conhecimentos deve ser uma rotina na vida de um professor, pois a busca do conhecimento é infinita!

Thursday, January 11, 2007

ESC 9 GRUPO VERMELHO - REC.SINTESE FINAL

ESC 9 RECUPERÃO SÍNTESE FINAL
COMPONENTES: Dione Pires, Emília Peters e Sandra D. Werlang
http://www.ufrgs.br/tramse/pead/colab/2007/01/esc-9-grupo-vermelho-recsintese-final.htm

Thursday, December 28, 2006

Karl Marx nasceu em 5 de Maio de 1818 em Trier (Prússia renana). O pai, advogado, israelita, converteu-se em 1824 ao protestantismo. A família, abastada e culta, não era revolucionária. Depois de ter terminado os seus estudos no liceu de Trier, Marx entrou na Universidade de Bona e depois na de Berlim; aí estudou direito e, sobretudo história e filosofia. Em 1841 terminava o curso defendendo uma tese de doutoramento sobre a filosofia de Epicuro. Eram, então, as concepções de Marx as de um idealista hegeliano. Em Berlim, aderiu ao círculo dos “hegelianos de esquerda”3 (Bruno Bauer e outros) que procuravam tirar da filosofia de Hegel conclusões ateias e revolucionárias.
Em Setembro de 1844, Friedrich Engels esteve em Paris por uns dias, e desde então tornou-se o amigo mais íntimo de Marx. Ambos tomaram uma parte muito ativa na vida agitada da época dos grupos revolucionários de Paris (especial importância assumia então a doutrina de Proudhon 10, que Marx submeteu a uma crítica impiedosa na sua obra Miséria da Filosofia, publicada em 1847) e, numa árdua luta contra as diversas doutrinas do socialismo pequeno-burguês, elaboraram a teoria e a tática do socialismo proletário revolucionário ou comunismo (marxismo). Vejam-se as obras de Marx desta época, 1844-1848, mais adiante na Bibliografia. Em 1845, a pedido do governo prussiano, Marx foi expulso de Paris como revolucionário perigoso. Foi para Bruxelas, onde fixou residência. Na Primavera de 1847, Marx e Engels filiaram-se numa sociedade secreta de propaganda, a “Liga dos Comunistas” 11, tiveram papel destacado no II Congresso desta Liga (Londres, Novembro de 1847) e por incumbência do Congresso redigi­ram o célebre Manifesto do Partido Comunista, publicado em Fevereiro de 1848. Esta obra expõe, com uma clareza e um vigor geniais, a nova concepção do mundo, o materialismo conseqüente aplicado também ao domínio da vida social, a dialética como a doutrina mais vasta e mais profunda do desenvolvimento, a teoria da luta de classes e do papel revolucionário histórico universal do proletariado, criador de uma sociedade nova, a sociedade comunista.
O marxismo é o sistema das idéias e da doutrina de Marx. Marx continuou e desenvolveu plena e genialmente as três principais correntes ideológicas do século XIX, nos três países mais avançados da humanidade: a filosofia clássica alemã, a economia política clássica inglesa e o socialismo francês, em ligação com as doutrinas revolucionárias francesas em geral. O caráter notavelmente coerente e integral das suas idéias, reconhecido pelos próprios adversários - e que, no seu conjunto, constituem o materialismo moderno e o socialismo científico moderno como teoria e programa do movimento operário de todos os países civilizados -, obriga-nos a fazer preceder a exposição do conteúdo essencial do marxismo, a doutrina econômica de Marx, de um breve resumo da sua concepção do mundo em geral.
Marx e Engels viam na dialética de Hegel a doutrina do desenvolvi­mento mais vasta, mais rica de conteúdo e mais profunda, a maior aquisição da filosofia clássica alemã. Consideravam qualquer outro enunciado do princípio do desenvolvimento, da evolução, unilateral, pobre, que mutilava e deturpava a marcha real do desenvolvimento (marcha que muitas vezes se efetua através de saltos, catástrofes, revoluções) na natureza e na sociedade. “Marx e eu, fomos seguramente quase os únicos que procuramos salvar” (do descalabro do idealismo, incluindo o hegelianismo) “a dialética consciente, para a integrar na concepção materialista da natureza”. “A natureza é a comprovação da dialética, e devemos dizer que as ciências modernas da natureza nos forneceram materiais extremamente numerosos” (e isto foi escrito antes da descoberta do rádio, dos eletrões, da transformação dos elementos, etc.!) “cujo volume aumenta dia a dia, provando assim que, em última análise, na natureza as coisas se passam dialeticamente, e não metafisicamente. “21.
Atualmente, a idéia do desenvolvimento, da evolução, penetrou quase completamente na consciência social, mas por outra via que não a da filosofia de Hegel. No entanto, esta idéia, tal como a formularam Marx e Engels, apoiando-se em Hegel, é muito mais vasta e rica de conteúdo do que a idéia corrente da evolução. É um desenvolvimento que parece repetir etapas já percorridas, mas sob outra forma, numa base mais elevada (“negação da negação”); um desenvolvimento por assim dizer em espiral, e não em linha reta; um desenvolvimento por saltos, por catástrofes, por revoluções; “soluções de continuidade”; transformações da quantidade em qualidade; impulsos internos do desenvolvimento, provocados pela contradição, pelo choque de forças e tendências distintas agindo sobre determinado corpo, no quadro de um determinado fenômeno ou no seio de uma determinada sociedade; interdependência e ligação estreita, indissolúvel, de todos os aspectos de cada fenômeno (com a particularidade de que a história faz constantemente aparecer novos aspectos), ligação que mostra um processo único universal do movimento, regido por leis; tais são certos traços da dialética, dessa doutrina do desenvolvimento mais rica de conteúdo do que a doutrina usual. (Ver a carta de Marx a Engels, de 8 de Janeiro de 1868, onde ridiculariza as “tricotomias rígidas” de Stein, que seria absurdo confundir com a dialética materialista.)

Friday, December 08, 2006


Ser, o que é ser em nossa sociedade?
Será que todos nós temos o direito de "ser" na sociedade capitalista onde vivemos, descupe mas não me sinto "ser" nessa sociedade, estou presente nela, mas não participo. Pois participar é estar incluida nela, mas infelizmente não tenho os quesitos necessarios para "ser" nela.
Então, quando em algum lugar posso submergir e respirar na superfise, faço, com na minha escola.
Quando tenho que responder pelos meus atos aos meus supervisores, palavra engraça essa né, faço pois sou dominada, mas quando posso, domino sem pensar, é algo instintivo.
Assim trabalho, exemplos muitos, quando minhas colegas pedem minha ajuda, coisa que acontece muito, pois somos treinados para ser orientados não para pensar.


Dominate e dominado que é quem em nossa sociedade, Max Weber propôs um instrumento de análise que chamou de tipo puro ou ideal. Trata-se de uma construção teórica abstrata a partir de casos particulares analisados. O cientista, pelo estudo sistemático das diversas manifestações particulares, constróiu um modelo acentuando daquilo que lhe pareça característico ou fundante. A dominação legal tem como idéia base a existência de um estatuto que pode criar e modificar normas, desde que seu processo (forma) esteja previamente estabelecido. Portanto, constitui uma relação desprovida de sentimentos ou seja, baseia-se unicamente no profissionalismo e na hierarquia da empresa.
Como exemplos de dominação legal se pode citar o Estado, o município, uma empresa capitalista privada, numa associação com fins utilitários ou qualquer união em que haja uma hierarquia regulada por um estatuto.
A forma mais pura de dominação legal é a burocracia. Muito embora não haja domínio legal que seja exclusivamente burocrático, já que não há como uma empresa ser constituída unicamente por funcionários contratados; há sempre os dignitários, ou seja, os que ocupam cargo mais alto. Podemos concluir então, que o elemento burocrático é essencial para o trabalho rotineiro.
A dominação tradicional é um típico exemplo de influência de valores morais e éticos existente desde a Idade Antiga e que, de certa maneira, foi sobreposta, aos poucos, na Idade Moderna pela dominação legal. No entanto, tal dominação pode ser observada até hoje, de forma não oficial. Ela depende amplamente da submissão moral do ordenado para com o ordenador, se esta não existir, a corrente de poder poderá facilmente ser quebrada acarretando uma revolução e queda de poderes.

Atividade3

Respostas atividade 3

1. Frente o que diz Stuart Mill, Durkheim ressalta que em sua mais larga acepção, compreende mesmos os efeitos indiretos, produzidos sobre o caráter e sobre as faculdades do homem, que sofrem muita influencia do meio onde vivem.

2. Durkheim ressalta duas definições para a educação, uma na qual o desenvolvimento do indivíduo é harmônico em todas as faculdades humanas e a segunda definição utilitária da qual o indivíduo deve ser instrumento de uma educação de felicidade. O ponto fraco das definições é que elas partem do ponto de vista de uma educação ideal, perfeita, apropriada a todos os homens.

3. Para definir educação Durkheim nos diz que é preciso considerar os sistemas educativos que existem ou que tenham existido, aprendendo os caracteres comuns de cada para essa definição.

4. No decurso da história, constituiu-se todo um conjunto de idéias acerca da natureza humana, sobre a importância respectiva de nossas diversas faculdades, sobre o direito e sobre o dever, sobre a sociedade o indivíduo, o progresso, a ciência, arte etc... idéias essas que são a base mesma do espírito nacional; toda e qualquer educação a do rico e a do pobre, a que conduz às carreiras liberais, como a que prepara para as funções industriais, tem por objeto fixar essas idéias na consciência dos educandos. Resulta desses fatos que cada sociedade faz do homem certo ideal, tanto do ponto de vista intelectual, quanto do físico e moral.

5. Ele tem por função suscitar na criança: 1) um certo número de estados físicos e mentais que a sociedade considera como indispensáveis a todos os seus membros; 2) certos estados físicos e mentais, que o grupo social particular (casta, classe, família, profissão) considera igualmente indispensáveis a todos que o formam. A sociedade, em seu conjunto, e cada meio social em particular, é que determinam este ideal a ser realizado.

6. Da definição do parágrafo precedente, conclui-se que a educação consiste numa socialização metódica das novas gerações. Em cada um de nós, já o vimos, pode-se dizer que existem dois seres. Um constituído de todos os estados membros que não se relacionam senão conosco mesmo e com os acontecimentos de nossa vida pessoal; é o que se poderia chamar ser individual.

7. O suposto antagonismo, muitas vezes admitido, entre indivíduos e sociedade, não corresponde à coisa alguma no terreno dos fatos. Bem longe de estarem em oposição, ou de poderem desenvolver-se em sentido inverso, um do outro sociedade e indivíduo são idéias dependentes uma da outra. Desejando melhorar a sociedade, o indivíduo deseja melhorar a si próprio. Por sua vez, a ação exercida pela sociedade, especialmente através da educação, não tem por objeto, ou por efeito, comprimir o indivíduo amesquinhá-lo, desnaturá-lo, mas ao contrário engrandecê-lo e torná-lo criatura verdadeira humana. Sem dúvida, o indivíduo não pode engrandecer senão pelo próprio esforço. O poder do esforço constitui, precisamente, uma das características essenciais do homem.

Friday, November 17, 2006

AtividadeECS8


Oi pessoal! Esta é a minha imagem para a ECS 8. Quem tem igual?
Meu e-mail mila.peters@terra.com

Thursday, October 12, 2006

Blogs

Eu estou em contato com a internet há muitos anos, sempre explorando tudo que tenho curiosidade, mas confesso que nunca tive interesse por blogs. hoje com a novas vivências que tenho com a educação a distância, adquiri uma nova visão sobre blogs.
Tudo que já naveguei pela internet, não pode ser comparado com esses blogs,as palavras que procuro é eu não conheço nada da internet, achei que tinha vivênciado muitas coisas, mas hoje sei que não.
Os blogs tratam de váriados assuntos, mas o mais curioso é que a educação encontrou um meio de acompanhar tudo isso, a comprovação está aí e eu nem imaginava a existência de tudo isso.
A cada dia que passa me confenço de uma coisa, nós seres humanos sempre encontramos uma maneira de lidar com a evolução.

Eu sou Emília

Emília, está sou eu, uma mulher segura do que quer, que ama muito viver, que acredita nas pessoas, mas que prefere viver no meio de crianças e animais, porquê? Acho que não quero crescer e me tornar um adulto chato. Vivo numa cidade de tão pequena, que se conhecem uns aos outros, mas ainda não conhecem a si mesmos. Trabalho numa escola onde acreditamos que estamos fazendo o melhor para cada criança, mas ainda não aprendemos a acreditar em nosso próprio potêncial.
Desde o principio da minha existência sabia que só poderia ser feliz se quando crescida, trabalha-se com crianças ou animais, optei por ser professora, e a cada dia sei que estou no caminho certo, pois como diz Madalena Freire "..só ama ensinar, quem ama aprender". Assim vivêncio o ser professor, amando muito a cada dia que passa.
Ousadia, o que é isso? Fazer o que os outros não conseguem, mas querem fazer, então eu sou ousada para tudo que tenho vontade na vida, não espero alguem fazer, eu faço.
O que tenho medo? De tudo, mas estou vencendo meus medos, assim apredendo a viver.
Dialogar? Sobre tudo, a vida sem palavras, não é vida.

Wednesday, August 23, 2006



Essa sou eu..Mila..um beijo